10 motivos para não ir ao Comper

Da Redação

O Grupo Pereira, proprietário da rede de supermercados Comper, Fort Atacadista e Bate Forte, foi fundada em 1962 na cidade de Itajaí, em Santa Catarina. A empresa atua não apenas no Estado onde nasceu, mas também em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Distrito Federal, são 73 unidades distribuídas nos quatro Estados e Distrito Federal. Apesar da grandiosidade, a qualidade dos serviços prestados nunca foi a principal bandeira, mas mesmo assim, a empresa conseguiu dominar o mercado varejista, principalmente em Mato Grosso.
Os processos vão desde larvas e fungos em alimentos, acusações de furto e roubo, dentre outros descasos. A rede de supermercados Comper, está presente em Cuiabá e Várzea Grande e coleciona centenas de processos e denúncias que vão desde comidas impróprias para o consumo, trabalho escravo, acusações infundadas de furtos e roubos dentro do estabelecimento, sem contar ainda, os vários veículos que foram roubados no estacionamento das suas unidades. O fato mais recente que ganhou grande repercussão na imprensa mato-grossense, foi em julho deste ano, onde uma consumidora identificada como Sandra. Cristina da Silva, após comprar um frango assado na unidade do supermercado situada no bairro
CPA II, em Cuiabá, se deparou com uma surpresa extremamente desagradável, a mesma encontrou no interior do alimento inúmeras larvas, seu filho de apenas cinco anos de idade, chegou a ingerir o alimento impróprio para o consumo. Agora imagine caro leitor, o desespero de uma mãe ao ver seu filho ingerindo um alimento impróprio para o consumo, podendo trazer riscos a vida da criança. Uma verdadeira irresponsabilidade por parte do Comper que deveria presar pela qualidade nos serviços oferecidos. A consumidora procurou um advogado e processou o estabelecimento, na época do fato, nossa equipe conversou com o advogado, Romildo de Oliveira Junior que está tratando do caso, segundo ele, a sua cliente ficou extremamente preocupada após seu filho ter ingerido o alimento, sem contar ainda, o descaso por parte da rede de supermercados que na época fez pouco caso em relação a tamanha gravidade do fato. Nossa equipe, também procurou o supermercado para que o mesmo pudesse se pronunciar, porém, se negou a dar declarações sobre o caso, tentando ainda, impedir a veiculação da matéria sobre o ocorrido. O processo que trata sobre o assunto está tramitando a mais de cem dias sob o número 804263692.2019.811.0001 e pode ser consultado através da plataforma PROJUD, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT). Porém, está não foi a primeira vez que um consumidor encontrou larvas dentro de produtos alimentícios adquiridos em alguma unidade da rede de supermercados, em 2017, uma consumidora compartilhou sua indignação após adquirir uma peça de carne na unidade localizada na Av. Alzira Santana, em Várzea Grande. De acordo com a denúncia, a consumidora teria adquirido a peça que vinha embalada a vácuo e no momento que abriu a embalagem, já em casa, se deparou com vários vermes em seu interior. Na época, uma funcionária do supermercado afirmou que a responsabilidade é da empresa que industrializou o produto. Como de praxe, na época a empresa também não quis se manifestar sobre o assunto. Além disso, as reclamações de clientes são constantes principalmente em redes sociais, o problema é que nem todos conseguem entrar com processo contra o supermercado que já deveria ter sido fechado pela vigilância sanitária, ou pelo menos ter sofrido uma fiscalização em todas as suas unidades. Processos por danos morais também são comuns, em maio deste ano o supermercado foi condenado a indenizar um consumidor em R$ 15 mil após ter acusado o mesmo de roubo, na ocasião, o consumidor foi perseguido por seguranças que o humilharam no estacionamento do estabelecimento afirmando que o mesmo teria recebido um troco no valor de R$ 13,75 em duplicidade, fato que não ocorreu. Mais uma vez a empresa foi processada e perdeu o processo tendo de indenizar o consumidor. Estes são apenas alguns dos processos que a empresa tem enfrentado judicialmente, se você caro leitor, quiser perder alguns minutos do seu tempo, basta acessar o sistema PROJUDI do TJ-MT para ter acesso as centenas de processos que o estabelecimento responde na Justiça.
Mas para facilitarmos, resolvemos juntar aqui os dez piores casos que o Comper responde judicialmente.

1 – FRANGO ASSADO RECHEADO DE LARVAS

Já contamos no inicio desta matéria um pouco sobre a história de Sandra Cristina, a cliente que se deparou com uma cena nojenta quando foi comer o frango assado juntamente com a família e se deparou com inúmeras larvas no interior do alimento. No dia 23 de julho de 2019, Sandra f

oi até a unidade do Comper no bairro CPA II, em Cuiabá,
Em 2018 a Justiça do Trabalho condenou o Grupo Pereira por irregularidades trabalhistas que atingiam inclusive adolescentes. De acordo com a ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MT) a empresa descumpria normas trabalhistas, como por exemplo a prorrogação da jornada de trabalho de menores de idade que chegavam a trabalhar 11 horas por dia e ainda não respeita-lá adquiriu, dentre outros produtos, meio frango assado no qual ela pagou R$ 10,99 pelo produto. Ao chegar em sua casa e preparar um delicioso almoço, a cliente, juntamente com seu filho de cinco anos ela decidiu servir o apetitoso frango, cortou um pedaço para ela e outro para o filho, no momento que olhou para o alimento percebeu que havia a presença de larvas. De imediato, olhou para o filho e viu que ele tinha abocanhado um pedaço do frango ficando com larvas em sua boca, o desespero foi imediato, afinal, ela não sabia o que poderia acontecer com seu filho ao ingerir aquele alimento improprio para o consumo. Ela então, voltou ao estabelecimento informando sobre o ocorrido, porém o supermercado fez pouco caso em resolver o problema, de primeiro momento, se negou até mesmo em ressarcir a cliente. Indignada, resolveu procurar um advogado que foi indicado por uma amiga a quem levou o caso, o processo (804263692.2019.811.0001) tramita a mais de cem dias e a que tudo indica, será mais um processo perdido pelo Comper.

2 – TRABALHO ESCRAVO

Em 2018 a Justiça do Trabalho condenou o Grupo Pereira por irregularidades trabalhistas que atingiam inclusive adolescentes. De acordo com a ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MT) a empresa descumpria normas trabalhistas, como por exemplo a prorrogação da jornada de trabalho de menores de idade que chegavam a trabalhar 11 horas por dia e ainda não respeitava os intervalos previstos em lei, além disso mantinha funcionários menores de idade trabalhando em horários noturnos. Cerca de 2,4 mil empregados tiveram suas folhas de ponto analisadas. Foram identificadas situações de labor de até 18 dias seguidos sem descanso semanal remunerado, jornadas de mais de 12 horas diárias, intervalo interjornada inferior ao mínimo de 11 horas,
sendo que, em alguns casos, o intervalo concedido nem chegou a oito horas entre uma jornada e outra. Já em relação ao intervalo intrajornada, os arquivos apontam 4,2 mil episódios em que sequer houve concessão do intervalo, mesmo em jornadas que extrapolaram as oito horas diárias. A empresa foi condenada a pagar R$ 5 milhões de indenização por trabalho análogo a escravidão.

3 – CARRO ROUBADO

Em 2015, uma cliente foi com seu carro Hyundai HB20 em uma das unidades do Comper que fica no bairro Jardim Itália, em Cuiabá. A mulher entrou no
supermercado onde realizou suas compras, passou pelo caixa, fez o pagamento, e no momento que voltava para o veículo, dois homens armados o abordaram e além
de levar seus pertences, ainda levaram seu veículo. O Comper foi condenado em junho de 2019 a indenizar a cliente que teve seu bem roubado dentro do estacionamento da unidade, além disso, a empresa pagou cerca de R$ 6 mil por danos morais e ainda outros R$ 4 mil por danos materiais, já que o veículo da vítima foi localizado dois dias depois parcialmente danificado.

4 – RECEBIMENTO ERRADO

O cliente Francisley foi até uma unidade do Comper para como de costume fazer suas compras, na ocasião, o mesmo entrou no estabelecimento, pegou o produto que desejava no qual pagou o valor de R$ 9,08 através de seu cartão de crédito. Quando chegou em sua casa, o mesmo percebeu que o valor que havia sido debitado era muito maior do que o valor do produto. A caixa havia debitado o
valor R$ 90,08, provavelmente um erro de digitação no momento do pagamento. No dia seguinte, Francisley foi até a unidade do Comper solicitar o estorno e a cobrança do valor correto, porém ninguém se prontificou em solucionar o problema, inclusive segundo consta nos autos do processo, ele foi tratado com falta de educação pela gerente.

5 – PROPAGANDA ENGANOSA

Se você já foi alguma vez em alguma das unidades do Comper, você já deve ter sido informado em relação a uma promoção na qual a cada R$ 20 em compras você ganharia um cupom adesivado para anexar a uma cartela, assim que o cliente completasse o preenchimento ele teria direito a um brinde especial. O cliente Marcilio Augusto ficou entusiasmado ao saber que poderia ganhar um tão sonhado jogo de facas de uma tradicional marca brasileira, ele que ama cozinhar decidiu então passar a frequentar ainda mais o supermercado, simplesmente para coletar o maior número de cupons possíveis para rapidamente preencher a cartela e retirar o prêmio. Em poucos dias, o cliente preencheu a cartela e decidiu então ir até o supermercado para fazer a retirada do produto, no caminho, ele até planejava um jantar para estrear as tão sonhadas facas, porém, sua alegria durou pouco. Quando chegou no supermercado em posse da cartela completa para reivindicar seu prêmio, foi informado de que não havia o produto disponível, e que o mesmo teria que aguardar em uma fila de espera para realizar a retirada do prêmio. SUA VEZ NUNCA CHEGOU! Marcilio precisou entrar com um processo para tentar receber seu prêmio, já que comprou no supermercado unicamente para poder realizar seu sonho de ter aquele jogo de facas. No processo de número 20805549492.2018.811.0001 o cliente exige o cumprimento da promoção e ainda o pagamento de R$ 15 mil por danos morais. Vários outros clientes também entraram na justiça para que o supermercado cumprisse com a promoção, afinal, prometer algo e não cumprir caracteriza PROPAGANDA ENGANOSA.

6 – FUNGOS NO MACARRÃO

Já o jovem universitário Egnaldo, tinha acabado de chegar em Cuiabá após passar no Processo Seletivo para trabalhar como professor substituto na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Para comemorar o novo emprego, e também a nova casa, já que tinha acabado de se mudar, decidiu convidar alguns amigos para jantar em sua casa. No dia 13 de agosto de 2018, Agnaldo foi até uma unidade do Comper onde compraria os produtos para fazer uma deliciosa macarronada para comer com os amigos. Os ingredientes: 200g de cogumelos, 170g de atum, 02 litros de leite, 01 leite de coco, 300g pão francês e ingrediente principal, 01 pacote de macarrão de boa qualidade, no total foram gastos R$ 76,16.
Após chegar em sua casa, começou os preparativos para o jantar, Willian e Jéssica, seus amigos, estavam lhe ajudando no preparativo da comida, a noite tinha tudo para ser perfeita, um fazia a salada, o outro os molhos (branco e vermelho) e outro o arroz, um cardápio e tanto. Agnaldo então, colocou água em uma panela esperou ferver, abriu o pacote de macarrão e colocou com todo cuidado o produto para cozinhar. Depois de alguns minutos, o jantar ficou pronto e todos se serviram, afinal, era o momento mais esperado da noite. Logo nas primeiras garfadas, todos perceberam que aquele macarrão estava amargo, azedo e grudento, Agnaldo então foi até a cozinha e pegou o pacote de macarrão no qual ainda continha uma certa quan
tidade do produto, foi então que o jovem professor se deparou com algumas manchas escuras na massa, ERAM FUNGOS. O que mais chamou a atenção neste caso, foi que quando Agnaldo decidiu olhar o prazo de validade do produto, descobriu que havia DOIS prazos de validade, um deles aparentando ter sido impresso a poucos dias, pois estava com uma tonalidade mais forte que o outro de data mais antiga. Porém a surpresa desagradável não impediu que a noite continuasse, mas é claro que Agnaldo e os amigos não iriam comer aquele macarrão ESTRAGADO – MOFADO – COM BOLOR (como escrito no próprio processo), o anfitrião, guardou o que sobrou do produto juntamente com a embalagem e juntamente dos amigos pediram uma pizza. No dia seguinte, Agnaldo procurou a empresa informando o ocorrido, a mesma afirmou que devolveria o dinheiro gasto e seria disponibilizado uma nova embalagem sem custo, porém Agnaldo jamais recebeu um retorno e precisou entrar com um processo por danos morais.

7 – FALSA ACUSAÇÃO DE FURTO

Outros processos que também são comuns contra o supermercado, são as falsas acusações de roubo e furto dentro do estabelecimento, apenas relacionados a este tipo de caso são dezenas. Dona Janice sentiu na pele como é ser acusada por um crime que não cometeu, no dia 11 de julho de 2018, Dona Janice foi até uma unidade do Comper juntamente com sua filha e sua neta para adquirir um pacote de fraudas para a criança. A avó adentrou no estabelecimento e foi em direção
a sessão onde estavam as fraldas, pegou um dos pacotes de uma determinada marca, foi até o caixa, efetuou o pagamento no valor de R$ 39,90 e se dirigiu até o veículo onde era aguardada pela filha e a neta. No momento que a filha viu a marca na qual a mãe havia comprado, ela informou que a filha não mais utilizava aquela
marca porque a mesma apresentava assaduras na criança, prontamente a avó retorna para o estabelecimento em posse da
nota fiscal do produto que acabou de adquirir, vai até a prateleira, escolhe uma nova marca e novamente se dirige ao caixa. O novo pacote de fraldas custava R$ 56,99, por este motivo ela teria de pagar a diferença, neste momento ela retorna ao veículo para pegar seu cartão de crédito, neste momento quem retorna para o interior do supermercado é a filha, que foi acusada de ter roubado o pacote de fraldas. Uma das funcionárias, constrange a mesma que passa a chorar desesperadamente já que jamais havia passado por tal situação, após esclarecer os fatos e esfregar o cupom fiscal na cara dos funcionários despreparados, nem mesmo um pedido de desculpas recebeu.
A Polícia Militar (PM) foi acionada e um boletim de ocorrência foi confeccionado contra o estabelecimento que queria destruir a honra daquela senhora. O processo pode ser consultado através do número 20804913359.2018.811.0001

8 – FURTO NO INTERIOR DE VEÍCULOS

Definitivamente, o estacionamento dos supermercados não são os mais seguros que você pode encontrar, tivemos acesso a três das centenas de processos que o Comper possui por conta da falta de segurança no local. Imagine que após mais um dia de trabalho você decide ir ao supermercado para fazer uma janta em sua casa, você chega em seu veículo, desce do mesmo, aciona o alarme e se certifica de que o mesmo está trancado e entra no supermercado para realizar suas compras.
No dia 22 de outubro de 2018, Agatha foi até uma unidade do Comper onde efetuou a compra de alguns produtos, entre eles um pacote de petiscos no qual ela comeu antes
O casal Edilson e Taciani, ele advogado, ela dentista após saírem do trabalho no dia 26 de abril de 2014, foram até a unidade do Comper da Av. Fernando Correa, em Cuiabá para fazerem suas compras. “O primeiro Requerente é advogado em conjunto com sua esposa segunda Requerente que é Odontóloga, trata-se de clientes da Requerida desde longa data, e no dia 26/04/2014, após um longo dia de trabalho e retirarem vários instrumentos e matérias cirúrgicos.
Compra realizada, você retorna ao seu veículo e quando se aproxima do mesmo percebe que ele havia sido arrombado e seus pertences que haviam sido deixados dentro do mesmo desaparecem, de imediato você se dirige até o responsável do estabelecimento e após informar sobre o ocorrido a empresa lhe solicita os documentos para restituição do produto roubado, porém, quando você retorna com os documentos solicitados você é informado de que não será realizado o reembolso e que nem mesmo serão disponibilizadas as imagens da câmeras de segurança que seriam necessária para elucidar o crime. É exatamente isso que consta no processo de número 805745568.2018.811.0001 que trata de mais um daqueles casos de furtos e arrombamento de veículos no estacionamento do supermercado. De acordo com o processo, no dia 22 de agosto de 2018 um cliente que aqui será identificado apenas como Paulo, teve seus objetos furtados dentro do estacionamento de uma das unidades do Comper. Paulo não teve seus objetos ressarcidos e precisou entrar na Justiça para ter seu prejuízo amenizado, no processo, o juiz do Quarto Juizado Especial Cível de Cuiabá, João Alberto Menna Barreto Duarte, condenou o supermercado a pagar R$ 3 mil a título de danos morais, além disso, a empresa teve de pagar o valor de R$ 4.767,57 por conta dos produtos furtados de seu veículo.

9 – PRA COMER SÓ DEPOIS QUE SAIR

No dia 22 de outubro de 2018, Agatha foi até uma unidade do Comper onde efetuou a compra de alguns produtos, entre eles um pacote de petiscos no qual ela comeu antes de sair da loja, porém já havia pago. Vendo que ainda estava com fome, a cliente resolveu voltar e comprar um lanche, novamente passou pelo caixa, pagou e começou a comer o lanche antes de sair da loja. Em um determinado momento um dos seguranças a abordou de forma grosseira que falou em alto e bom som “VOLTA AQUI QUE VOCÊ TEM QUE PAGAR ANTES DE COMER”. Após a cliente mostrar o comprovante, o segurança permitiu que ela saísse, porém continuo agindo de maneira grosseira e nem mesmo pediu desculpas a Agatha. UM VERDADEIRO DESRESPEITO! Não deu outra, a cliente processou o mercado (20807402884.2018.811.0001)

10 – FERRAMENTAS DE TRABALHO FURTADAS

O casal Edilson e Taciani, ele advogado, ela dentista após saírem do trabalho no dia 26 de abril de 2014, foram até a unidade do Comper da Av. Fernando Correa, em Cuiabá para fazerem suas compras. “O primeiro Requerente é advogado em conjunto com sua esposa segunda Requerente que é Odontóloga, trata-se de clientes da Requerida desde longa data, e no dia 26/04/2014, após um longo dia de trabalho e retirarem vários instrumentos e matérias cirúrgicos da clínica odontológica da segunda Requerente, já que estavam mudando-se de endereço, o casal, dirigiu-se até a unidade da Requerida localizada no endereço sito a avenida Fernando Correa da Costa, 1902, nesta urbe, para realizar as compras de alguns produtos para continuarem o trabalho de transferência da clínica odontológica até mais tarde (cupom fiscal anexo). Destarte, chegando ao estabelecimento citado, conforme demonstram as imagens, os Requerentes estacionaram seu veículo Gol GIV, cor Branco, NO INTERIOR DO ESTACIONAMENTO PRIVATIVO DA REQUERIDA (conforme mostra as imagens), próximo a porta de entrada da loja e dirigiram-se à área de compras. Seguiram tranquilamente nas compras, acreditando na “credibilidade”, “confiança” e “segurança” oferecida pelo estabelecimento, tendo em vista que o estacionamento se encontrar ANEXO ao Supermercado, SENDO, PORTANTO PARTE DE SUA DEPENDÊNCIA. Sendo certo, que, se não fosse a confiança empenhada no estabelecimento, DEVIDO AO ELEVADO VALOR DOS MATERIAIS TRANSPORTADOS, jamais estacionariam seu veículo em lugar que não “considerassem” seguro.” Escreve o advogado na ação (20807356982.2018.811.0001) movida contra o estabelecimento.

Foto: Ilustrativa

 

  1. Concordo sim, o que foi feito de errado, terá que ser investigado e concertado, e até multado pela Vigilância Sanitária. Agora, vejo casos, que não está sob a responsabilidade do Supermercado. Segurança meu povo, não estamos seguros em lugar nenhum.

  2. Esqueceram de mencionar que produtos em oferta na loja geralmente são cobradas com valor maior no caixa. Uma vergonha e desrespeito com o cliente!

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