De Mimosiano aos aventureiros: “Terra de Rondon” poderá ter o primeiro representante legítimo na Assembleia Legislativa

Da Redação

Há pouco mais de um ano para das eleições, a movimentação em Santo Antônio de Leverger começa agitar as cogitações dos principais nomes, que detém votos na “Terra de Rondon”.

“Eleições 2022 serão disputados votos para os cargos de Deputado Estadual; Deputado Federal; Senador; Governador do Estado e Presidente da República”.

Com cerca de 15 mil votos para serem disputados em Santo Antônio de Leverger, segundo informações de bastidores, mais 10 nomes entre detentores de cargos público e pretensos a entrar na vida pública, poderão “brigar” por uma fatia dos eleitores pantaneiros.

Com nomes de agentes públicos de norte a sul do estado de Mato Grosso, pelo que tudo indica, a população deve preferir, aqueles pessoas mais presentes, que tenham feito algum benefício pela sociedade de Leverger, tanto é que uma das surpresas é o nome do atual vereador e presidente da Câmara Municipal, Rômulo Queiroz (PV), que de acordo com bastidores, recebeu o convite do Partido Verde (PV), para lançar sua pré-candidatura a deputado estadual.

Foto: Divulgação/Facebook

O convite teria movimentado tanto os bastidores, que até o ex-prefeito, Valdir Castro Filho, mesmo tendo o seu apontado para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa, já teria cogitado apoiar o “legítimo” representante da “Terra de Rondon”, o mimosiano, Rominho.

Marcos Vergueiro – Secom-MT

Por outro lado, ainda existem vários nomes, como pretensos aos votos, isso porque, está sendo falado apenas da disputa para deputado estadual, assim segue a lista:

Allan Kardec

Nininho

Juca do Guaraná

Rômulo Queiroz (Rominho)

Janaina Riva

Dilmar Dal`Bosco

Valdir Castro (Valdirzinho)

Dr. João (Seu Jão).

Lúdio Cabral

Faissal Kalil

João Batista

Wilson Santos

Elizeu Nascimento

Questionando algumas pessoas sobre as possibilidades dos possíveis candidatos, alguns eleitores demonstraram descontentamento, com quem exerce cargo público, porém não conseguiu mostrar a que veio, porque passaram-se quatro anos, e os discursos bonitos e promessas de benfeitorias, ainda não saíram do papel, questionando como vão depois de todo este tempo, olhar para o eleitor e prometer a mesma coisa.

“Se o consenso fizesse parte desta disputa eleitoral, dividido em partes iguais, seria praticamente 1.000 votos para cada pré-candidato”.

Foto:TRE-MT

Desses candidatos, um está atuando como comportamento que mais caracteriza a figura de “Imperador”, o “pai da sabedoria”, o professor do “Rei Salomão”, só esquece que em terra de “Aracuã”, “Papagaio” pode até, falar, falar e falar, mas se não combinar com o povo, “milho não come”.

Por outro lado, o sentimento de mudança, de renovação dos representantes do povo na Assembleia Legislativa é praticamente unanime. Como na última eleição a renovação na AL foi recorde, na próxima a “dança das cadeira” deve permanecer no mesmo ritmo.

 

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