Movimentos articulam candidatura própria do PT ao Senado

Da Redação

As articulações dos partidos para as eleições suplementares para o Senado Federal devem ganhar corpo já nas próximas semanas. As eleições foram convocadas após a cassação da senadora Selma Arruda (Podemos), confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em dezembro de 2019.

Apesar do Partido dos Trabalhadores (PT) ainda estar longe de entrar em um consenso em relação a um nome petista para concorrer as eleições, movimentos internos já discutem possíveis nomes para o pleito. Um destes nomes, é da ex-vereadora por Cuiabá, Enelinda Scala, que já colocou seu nome a disposição do partido como pré-candidata ao senado, porém outros nomes petistas estão sendo cogitados para a vaga.

Enelinda foi pré-candidata ao senado nas eleições de 2018 quando movimentos internos do partido tentavam emplacar Edna Sampaio como candidata ao governo, após uma disputa interna, o PT resolveu apoiar a candidatura de Welligton Fagundes (PL) para o governo do Estado, com isso o partido resolveu também apoiar a candidatura da Professora Maria Lúcia (PCdoB) para o senado.

Porém, outros nomes do partido são especulados para concorrer a vaga, Lúdio Cabral, por exemplo, vem ganhando força dentro do partido, já que para muitos, ele seria o nome com mais chances de obter um bom resultado nas urnas, apesar de ainda não ter se manifestado publicamente em relação ao seu interesse em concorrer a vaga.

Segundo fontes, a candidatura de Lúdio dependeria apenas da vontade do grupo majoritário do partido que até o momento não se manifestou, outros nomes no qual já foi cogitado, seria da deputada federal Rosa Neide, o deputado estadual Valdir Barranco e do ex-deputado federal Carlos Abicalil.

A expectativa é de que o partido tome um posicionamento já nas próximas semanas e assim apresente com clareza qual será a linha adotada, se lança candidato, ou se abre mão da candidatura para apoiar algum nome em troca de uma suplência como foi o caso em 2018.

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